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22 de jun. de 2012

A ARTE DE FAZER AS MALAS

Bora viajar?




O #FICAADICA de hoje é sobre como fazer as malas. Coisa que a gente quase nunca precisa e que quase nunca sente dificuldade para tal, certo mulherada?
Quem nos ensina são os mestres no assunto, os donos da mala: a Louis Vuitton que teve uma grande sacada e colocou o DIY no site. Ensina tudinho, desde dobrar as peças até acondioná-las certinho na Vuitton.


Se vc não tem uma Vuitton, fica triste não, a dica vale para qualquer mala, menos as sem alça!

E como esse blog não é feminista a gente divulga pra todo mundo o como fazer :
Homens aqui.
Mulheres aqui.

E abaixo vc pode ver o vídeo.



O que vocês acharam?
Fizeram?
Contem tudo!

10 de set. de 2010

Verdadeiro ou falso?


Melhor seria não usar...
Publico aqui um texto de André Cauduro D'Angelo, publicado já há algum tempo. Mas nunca é demais falar sobre esse assunto de novo!

O que leva alguns consumidores a adquirir produtos de luxo falsificados?

Por André Cauduro D’Angelo
A algum tempo, a revista Veja publicou a seguinte nota sobre Ana Paula, jogadora de vôlei de praia:

“Ana Paula resolveu aproveitar sua estada em Pequim para fazer umas comprinhas. No Mercado da Seda, levou nada menos do que dez bolsas fajutas. ‘Que são piratas, são. Mas você nunca vai ver pirataria tão bem-feita quanto a daqui’”.

Impossível que a notícia não desperte, entre aqueles que acompanham o mercado de luxo com atenção, um certo grau de surpresa: afinal, por que tanta gente compra produtos falsificados mesmo sabendo que são apenas cópias dos originais?
O estudo do comportamento dos compradores de mercadorias de luxo falsificadas é bastante embrionário, mas já oferece algumas pistas a respeito dessa modalidade peculiar de consumo. A professora Suzane Strehlau, da FGV-SP, tem desenvolvido trabalhos bastante interessantes a esse respeito.

Primeiro, convém entender que a compra de falsificações apresenta algumas características básicas. São elas:

O consumidor só compra produtos falsos de marcas que ele conhece. Marcas pouco conhecidas, ainda que de alto luxo, não são desejadas pelo consumidor de falsificações. Motivo: a compra é orientada para impressionar outras pessoas, papel que grifes mais discretas não podem desempenhar. Não por acaso apenas marcas-ícones do setor de luxo são alvo de falsificação, como Louis Vuitton, Mont Blanc e Rolex, pois são facilmente reconhecíveis pelo grande público.

O consumidor escolhe a marca antes do produto. A preocupação essencial do consumidor de falsificações é ostentar um logotipo famoso; a beleza e a funcionalidade do produto no qual ele estará estampado são secundárias.

O consumidor é cúmplice, pois sabe tratar-se de uma falsificação. Preço, local de compra, ausência de nota fiscal: nada deixa dúvida de que o produto comprado é uma cópia. O consumidor, portanto, não está sendo enganado.

A compra e o uso de falsificações contêm um elevado risco social. E qual é esse risco? O de ser desmascarado. O maior temor do comprador de imitações é que seus amigos e conhecidos desconfiem de que o produto que ostenta é pirata – e, pior, que confirmem essa suspeita.

Mas afinal, quem compra produtos de luxo falsificados? E por quê?

Existem dois grandes grupos de consumidores desses itens. O primeiro deles é o que poderíamos chamar de consumidor “elitista”, oriundo das classes média e alta. O segundo, que podemos apelidar de “popular”, é formado por pessoas de classes baixas. O que distingue esses dois públicos quando o assunto é a compra de imitações?

O consumidor “elitista” possui produtos verdadeiros e falsificados, e não raro combina ambos em seu visual – uma maneira astuta de legitimar as cópias e se sentir mais seguro para utilizá-las. O fato de ter acesso aos originais e conhecê-los bem o ajuda a julgar a qualidade de uma falsificação; como conseqüência, esse consumidor sabe onde e de quem comprar as cópias mais fiéis. Ele, aliás, valoriza imensamente essa sua habilidade de avaliar os produtos e fornecedores, e se sente “esperto” por conseguir harmonizar falsificações e originais sem despertar suspeitas.

O consumidor “elitista” adquire suas falsificações no exterior ou através de ‘representantes’ que importam essas mercadorias. Curiosamente, quando o objeto é adquirido no exterior, muitas vezes os “elitistas” nem se importam de revelar que o que utilizam é uma cópia – pelo contrário. Mencionar que compraram a mercadoria no exterior proporciona-os a oportunidade de um breve momento de exibicionismo e de demonstração de intimidade com os meandros do consumo fora do país.

A existência do consumidor “elitista” contraria, de alguma forma, a idéia de que imitações não impactam as vendas das grifes, uma vez que os compradores de itens verdadeiros e piratas constituiriam grupos bem distintos. Talvez não seja bem assim; potenciais compradores de mercadorias originais podem migrar para cópias bem feitas, mesmo dispondo da renda para a aquisição de produtos verdadeiros.

O consumidor “popular”, por sua vez, é mais direto e menos complexo. Ele esvazia as virtudes e os diferenciais que o produto original ostenta, resumindo-os ao logotipo. Seu raciocínio é simples: “toda bolsa é igual, o que muda é a marca”. Assim, ao adquirir a cópia de uma Louis Vuitton ou de uma Vitor Hugo, por exemplo, ele acredita que não está comprando algo de menor qualidade ou de efeito visual inferior. Pelo contrário: sente-se fazendo um bom negócio, acreditando pagar pela mercadoria o que ela realmente vale.

Para finalizar, um detalhe importante: quanto mais uma grife de luxo torna-se conhecida do grande público, maior a probabilidade de ser alvo de falsificação. Um indicador interessante da propensão à falsificação de uma marca é o volume de publicidade veiculada por ela em canais menos segmentados, como revistas semanais e de celebridades, ou mesmo jornais diários e televisão. Esse tipo de anúncio, que atinge muitos consumidores fora do target da marca, serve de indicação de que a grife em questão é amplamente conhecida – e, portanto, um bom negócio para os falsificadores.

Para quem quiser saber mais, recomendo a leitura dos seguintes artigos, todos de autoria da professora Suzane Strehlau, que estuda o assunto:

“Cumplicidade na falsificação de luxo”. Meio & Mensagem, 12/maio/2008

“Valor para o cliente de artigos de luxo falsificados: entre o blefe e o prestígio”. Anais do Encontro de Marketing da ANPAD, 2006.

“A teoria do gosto de Bourdieu aplicada ao consumo de marca de luxo falsificadas”. Anais do Encontro Nacional da ANPAD, 2005.

Autor de “Precisar, não Precisa – um olhar sobre o consumo de luxo no Brasil” (ed. Lazuli/Cia. Editora Nacional).

24 de nov. de 2009

O luxo nunca mais será o mesmo!


Ele roda o mundo tentando entender e explicar como os ricos e ultraricos gastam suas fortunas. James Lawson, diretor da Ledbury Research, uma das empresas de pesquisa mais respeitadas nesse segmento tem com clientes como Tiffany’s, Gucci e Hermès. Em São Paulo para participar da segunda edição da Conferência Internacional do Negócio do Luxo, Atualuxo, promovida pela MCF Consultoria entre os dias 9 a 11 de setembro, o inglês falou sobre o impacto da crise no setor de luxo e suas possíveis consequências.

Gestão do Luxo: A crise financeira afetou os ultraricos?
James Lawson: O impacto mais dramático da crise aconteceu justamente nesse grupo. Eles sofreram financeiramente, porque perderam muitas propriedades, investimentos e negócios, e psicologicamente, porque depois das mudanças começaram a questionar seus hábitos e compras. Mesmo aqueles que não perderam tanto passaram a se sentir constrangidos em continuar gastando como antes, enquanto seu vizinho perdeu quase tudo.

GL: Como isso afeta o mercado de luxo?
Lawson: Estamos vendo a maior mudança no mercado de luxo nos últimos 20, 30 anos. Ele está se contraindo como nunca e isso resultará em ajustes. Todos ainda estão se perguntando para onde o consumidor vai e como lidar com isso, mas ainda é cedo para respostas.

GL: Você arriscaria um palpite?
Lawson: É difícil falar em uma única estratégia. As marcas precisam entender que o humor do consumidor mudou. Em alguns mercados o consumo se tornou mais discreto, menos ostensivo, mas em outros, nem tanto. É necessário analisar essa mudança e depois pensar qual a melhor forma de agir. Nos últimos 10, 20 anos as marcas de luxo se permitiam criar o que quisessem, sem se preocupar com o consumidor. Elas tinham um público fiel num caminho unilateral. Mas, daqui para frente, será preciso dialogar com o consumidor para saber quais suas necessidades e desejos antes de investir em algo novo.

GL: Como deverá ser o luxo daqui para frente?
Lawson: O histórico do mercado de luxo nos mostra que em todo período de crise as vendas caem num primeiro momento, mas depois se recuperam rapidamente. O que deve mudar é a essência do luxo. No passado, o luxo era mais elitista, icônico, caro e significava status, posse e poder. Há seis anos ficou mais ligado à exclusividade, responsabilidade social e ambiental, experiência e personalização, e ganhou mais refinamento, mais significado para o consumidor em busca de recompensas para si mesmo. No futuro, ele deve ficar ainda mais ligado à responsabilidade e à consciência. Nesso momento, pagar pesadas taxas sobre esses produtos não basta. O consumidor quer que o produto em si ajude a melhorar o mundo.

GL: Os milionários também são lançadores de tendências. Tendo isso em mente, o que podemos esperar para o futuro?
Lawson: Os ricos já não influenciam tanto as pessoas quanto as celebridades. Os compradores desse mercado estão muito menos interessadas em saber o que Flavio Briattore está usando ou que carro está dirigindo do que antigamente. Hoje em dia, a base de referências está ficando muito mais ampla. Mas, em geral, pode-se esperar um aumento do interesse por produtos de luxo com tecnologia de ponta embutida e que, ainda assim, venham “embalados” com materiais ligados à natureza. Produtos fabricados em seus próprios países ou que realmente ajudem o desenvolvimento de uma região também devem se tornar mais atraente.

GL: Os Brics são mesmo a grande salvação para o mercado de luxo nesse momento?
Lawson: É importante focar nesses mercados, principalmente quando se vê, cada vez mais, a descentralização do luxo, mas acho um pouco perigoso superestimar o potencial desses países. Nesse momento, a China é o mercado mais importante dos quatro [países], especialmente nos últimos cinco, dez anos. A Rússia é muito nervosa e volátil, com grandes ganhos e perdas. E foi o mais atingido pela crise. A India ainda está em desenvolvimento e, no Brasil, a principal questão é volume, o que sempre interessa. Mas, por enquanto, os Estados Unidos continuam a ser a base do mercado de luxo, com já nos acontece há dez, vinte anos, respondendo por 31% do volume de negócios desse setor, seguido pela Europa (30%) e Ásia (28%).

GL: A crise ajudará a redefinir os limites do luxo?
Lawson: O termo luxo está muito banalizado. Virou sinônimo de qualidade e performance, e por isso você encontra produtos ditos de luxo até no Walmart. As pessoas falam de luxo como se fosse algo único, com alguns critérios a serem preenchidos. Mas, na verdade, esse é um conceito muito fragmentado. Há o universo do ultraluxo, do luxo, do premium, do masstige, dos outlets, cada um voltado a um tipo de consumidor e renda. Ainda será necessário um longo caminho para redefinir claramente os limites do que realmente é luxo. E, por isso, acho que a indústria precisará se afastar um pouco desse termo para que ele volte a fazer sentido.

GL: A estratégia de massificação do luxo, a longo prazo, não tende a afastar os milionáros dessas marcas?
Lawson: O luxo sempre serviu para diferenciar as pessoas e, ao mesmo tempo, enfatizar a que grupo elas pertenciam. Quando as marcas começaram a reduzir seus preços e a criar novas gamas de produtos, perdendo a exclusividade, esses clientes mais abastados começaram a culpar os fabricantes e se afastaram um pouco, passando a consumir coisas ainda mais valiosas. Ao mesmo tempo, migraram para marcas muito mais discretas, que muitas vezes nem usam logotipo, como faz a Bottega Veneta, por exemplo. Ao invés de ostentar marcas e terem símbolos para mostrar que são ricos, estão mostrando ao mundo sua posição social através da filantropia, da caridade e do envolvimento em trabalhos mais responsáveis, que ajudem na redistribuição de renda no mundo. Por outro lado, a estratégia de massige criou um novo público, que pode passar um mês comendo Corn Flakes e feijões enlatados só para se presentear com um item de luxo, porque para ele isso é importante. E esse público é enorme e não será facilmente desprezado pelas marcas.

por Juliana Bianchi

15 de nov. de 2009

As 10 bolsas mais caras do mundo!


Recebi por e-mail, vai vendo!

10 º– Marc Jacobs Carolyn Crocodile,R$ 63.360,00 - é feita de couro roxo de crocodilo.
9 º – Nancy Gonzalez PoroususR$ 63.360,00 - feita de peles e couros exóticos.
8 º – Fendi SelleriaR$ 80.256,00 - feita de couros chinchila e zibelina. ( Essa dá cadeia! )
7 º – Gadino Handbag de Hilde PalladinoR$ 81.249,00 - bolsa que traz 39 diamantes e detalhes em ouro.
6 º – Louis Vuitton Tribute Patchwork BagR$ 88.704,00 - bolsa de edição limitada, feita de 15 partes das melhores bolsas de Louis Vuitton.( Uma melancia faz o mesmo efeito! )
5 º – Leiber Precious Rose HandbagR$ 194.304,00 - A única (isso, tem só uma) bolsa do mundo feita a mão com 1.016 diamantes, 1.169 safiras Rosa e 800 turmalinas.
4 º – Lana J. Marks Cleopatra BagR$ 211.200,00 - usada por Angelina Jolie na entrega do Oscar em 2009.
3 º – Hermès Matte Crocodile Birkin BagR$ 253.440,00 - bolsa de 30 centímetros feita de couro de crocodilo e com 10 quilates de diamantes.
2 º – The Urban Satchel Louis Vuitton BagR$ 316.780,00 - Foram feitas somente 2 dúzias.( Quer uma dica? Vai numa lixeira perto da sua casa, cate tudo quanto é bagulho,compre um litro de cola e faça você mesmo! )
1 º – The Chanel Diamond Forever Classic BagR$ 551.232,00 - tinha que ser da Chanel. É feita de 334 diamantes com ouro branco.Somente 13 foram feitas no mundo inteiro.

AGORA, a mais cara de todas: Mais de 11 bilhões de reais - BOLSA FAMÍLIA
Feita com o mais puro couro da classe média brasileira, que deverá ser paga anualmente!! (não é vendida, a não ser em prestações compulsórias infindáveis).

22 de fev. de 2009

Pérolas, eu?


Para dizer a verdade, esse post é porque minha opinião sobre pérolas vem mudando com o decorrer dos anos. Eu gostava de pérolas mas sempre achei que era coisa para mulheres mais velhas, não me pergunte porquê. Cada vez que eu colocava um colar de pérolas, me sentia com uns 50 anos a mais, rsrsrsrs, vai entender?
Assim, eu tinha apenas um brinco ou outro, um colar mais alternativo, que mesmo assim, pouco usava e outras poucas coisinhas...

De uns tempos para cá, resolvi que eu tinha que acabar com esse preconceito e fiquei toda interessada em comprar pérolas e bolar novos looks. Indo em busca disso, não teve jeito, acabei esbarrando em Gabrielle Coco Chanel - que, todo mundo sabe, adorava pérolas - e ficou claro que não havia ninguém mais sábio para me ensinar sobre elas.

Chanel usava pérolas com 20 e poucos anos (e eu aqui até agora sem usar!!!) e uma vez, quando dançava o "charleston", aquele que "só quem dança sabe o que é bom..." seu enorme colar de 2 metros rompeu de repente e todos os gentis cavaleiros do salão sairam atrás das "bolinhas" da bela. rsrsrs

Pérolas eram seus acessórios prediletos, praticamente as usava todos os dias, no inverno, no verão, de dia e de noite... Foi ela quem popularizou as perólas falsas, pois eram as falsas que ela usava no dia-a-dia.
Então, graças a essa mulher ainda tão up to date, meu trauma com as pérolas ACABOU!


Não é lindo? rs
Agora deixo um pouco mais do estilo Chanel, amo!!!

Bisous
See you!

17 de set. de 2007

Coco-chanel

E a gente divulga também!
Nova campanha do perfume Coco Mademoiselle.
O filme é pela belíssima atriz Keira Knightley com direção de Joe Wright.
A parceria dos dois começou em "Orgulho e Preconceito" e continua com "Desejo e Reparação", que abriu o último festival de cinema de Veneza.
Clique no filminho e acesse o site oficial!!!