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21 de ago. de 2008

Polônia quer ser trampolim para as exportações brasileiras à Europa

QUEM DIRIA?
Governo polonês tem interesse em realizar parcerias, principalmente, com setores automotivos, máquinas e equipamentos, eletrônicos e aviação
Representantes do governo polonês disseram na segunda-feira (18), na Fiesp, que querem estreitar os laços comerciais com o Brasil e que seu país servirá como um trampolim para as exportações brasileiras, principalmente às nações do leste europeu. No ranking dos dez países prioritários para o governo polonês, o Brasil ocupa o nono lugar, atrás da China.
Com um crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,7% ao ano nos últimos 15 anos, o dobro da média da Europa, e um crescimento econômico de 7%, a Polônia pretende aproveitar o rápido avanço econômico, além da posição geográfica estratégica e da recente entrada na União Européia, efetivada em 2004, para se consolidar como uma porta de entrada para investimentos e exportações na Europa.
“Temos muito interesse em realizar parcerias com setores automotivo, máquinas e equipamentos, eletrônicos e aviação”, informou a diretora do Departamento de Investimento Estrangeiro polonês, Iwona Chojnowska-Haponik. Atualmente, a Polônia conta com 25 aviões da Embraer usados pela linha aérea polonesa (PLL LOT).
Iwona acrescentou que os 80 bilhões de euros injetados na economia polonesa pela União Européia até 2013, o desenvolvimento global e o grande potencial em recursos humanos, são fatores que contribuem para a inserção de empresas brasileiras no país.
Fonte: Portal Fator Comun

19 de ago. de 2008

Empresas investem em mobile payment


A empresa de segurança da informação True Access Consulting anuncia parceria com a Novo e-pay para impulsionar mobile payment – convergência entre os cartões de crédito e os telefones celulares, que possibilita o pagamento de contas através do aparelho.
Segundo a consultoria MGSystems, 10% dos 50 bilhões de transações bancárias realizadas em todo o mundo serão feitos por meio dos celulares até 2010. O Brasil é um mercado potencial, com seus 133 milhões de aparelhos.
O acordo entre as duas empresas prevê que a Novo e-pay será responsável por desenvolver novos produtos e serviços, ferramentas tecnológicas que permitirão o uso do celular como meio de pagamento e plataformas de atendimentos. Já a True Access Consulting ficará responsável pela segurança do serviço. “Nossa estratégia é atingir 1,5 milhão de pessoas e mais de 100 mil estabelecimentos comerciais até o final de 2008”, prevê Anderson Cicotoste, diretor executivo da Novo e-pay.
O processo de autenticação é baseado na tecnologia One Time Password (OTP) e gera uma senha aleatória para utilização única. A solução é uma nova bandeira de crédito e é voltada para todos os públicos e estabelecimentos comerciais. Como vantagem, as empresas anunciam a taxa de administração (de 1,98% sobre fatura) abaixo da cobrada pelas bandeiras tradicionais (3,5%, em média).
Fonte: Consumidor Moderno

30 de jun. de 2008

ESTILISTAS APROVEITAM INTERESSE ESTRANGEIRO NA MODA BRASILEIRA

Enquanto Gisele Bündchen agitava os corredores da Bienal do Fashion Week, um grupo de 51 associados da Associação Brasileira dos Estilista (Abest) aproveitava o crescente interesse internacional pela moda brasileira para negociar com 25 lojistas estrangeiros. Vindos dos mais diversos países, eles mantiveram uma intensa agenda paralela à São Paulo Fashion Week para estreitar as relações com os fornecedores brasileiros. Quando foi criada em 2003, os associados da Abest exportaram US$ 600 mil. No ano seguinte, com nove integrantes, contabilizaram US$ 3 milhões em vendas externas, em 2006, já com 51 associados, atingiram US$ 12 milhões. Já em 2007 esse número ultrapassou a marca de US$ 26 milhões, exportando produtos de qualidade, design e identidade cultural para 38 países.

Tudo isso em um cenário completamente adverso para o mercado de vestuário comum, que sofre com a concorrência dos produtos asiáticos. O destaque para as vendas de maior valor agregado fica por conta de mercados como os Estados Unidos, Europa, Oriente Médio e Japão, que buscam pelas grifes nacionais. Dados da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) mostram que, no ano passado, a indústria de vestuário exportou US$ 269 milhões. Os Estados Unidos foram os maiores compradores, com US$ 75 milhões. Seguido da Alemanha e Reino Unido, com US$ 29 milhões e US$ 22 milhões. "Dentre os 20 maiores compradores de vestuário, um dos destaques é a Grécia, que volta seus olhos à produção brasileira. Nos Países Baixos e Austrália o Brasil também tem aumentado sua participação", diz Maurício Borges, diretor da Apex Brasil. Segundo ele, São Paulo e Santa Catarina são os dois principais exportadores de vestuário do País, representando, respectivamente, 37% e 36% do valor exportado em 2007.

Os calçados são parte significativa das exportações, principalmente ao Reino Unido, Estados Unidos e Espanha. "Estamos entre os 13 maiores exportadores de calçados aos 20 maiores importadores do mundo", diz. Os grandes parceiros brasileiros são Itália, que aumentou, neste período sua participação em 106%, Argentina (60%) e Espanha (52%). O Rio Grande do Sul foi responsável por 64% das exportações brasileiras de calçados em 2007. Ceará foi o segundo colocado, uma vez que suas exportações cresceram 46% entre 2005 e 2007.


Novos mercados

"Estes compradores fazem questão de vender roupas com grifes, criadas por nossos designers, com maior valor agregado", destaca Amir Slama, presidente da Abest, referindo aos 25 participantes da reunião que aconteceu no último domingo.. "As negociações estão cada vez melhores", assegura. O objetivo agora, segundo ele, é expandir a participação das vendas além dos 48 países. Para isso, algumas estratégias estão sendo traçadas, não só para ampliar como para estreitar as relações com os já conquistados. "Até 2010, queremos cumprir a meta de manter relações comerciais com empresas, tradeshows e lojas de mais de 90 países", diz Slama, estilista e fundador da Rosa Chá, grife de moda praia de grande aceitação no exterior. Valdemar Iódice, vice-presidente da entidade, diz que, desde a criação da entidade, o objetivo era mostrar ao mundo a constante evolução da moda brasileira. "Encontramos estilo próprio e estamos cada vez mais profissionais e a proposta deste encontro com compradores é reforçar nossa participação lá fora", diz o estilista da marca Iódice, que hoje está em 120 pontos de venda no exterior e faz, em setembro, seu segundo desfile em Nova York.

Ahmed Dahbour, diretor de compras da Salam - a mais importante loja de departamentos de luxo do Oriente Médio, presente em Doha, Dubai, QAbu Dhabi, Al Ain e Muscat, e que vende Dior, D&G, John Galliano e Just Cavalli - veio especialmente para o evento da Abest e ficou impressionado com o design "made in Brazil". Depois de visitar diversos showrooms, encomendou coleções completas de Isabela Capeto e Clube Chocolate. "Quero ver também as coleções de Glória Coelho e da Osklen", conta. Além de Dahbour, representantes da butique Etoile, também de Dubai, estavam no evento da Abest.

Até a França, país hermético a designers de fora, volta seus olhos para a moda brasileira. Martine e Armand Hadida, proprietários das seis butiques de luxo L´Eclaireur (cinco em Paris e uma em Tóquio), animaram-se em ver as coleções desfiladas no São Paulo Fashion Week. "A moda brasileira chega à maturidade. Tecnicamente os produtos são muito bem-acabados", avalia Martine. Ana Castilho e Albertina Reis, donas da loja D-Modé, de Cascais, disseram que Portugal ainda consome não mais do que moda praia brasileira. "Uma das únicas exceções é Juliana Jabour, que caiu nas graças de nossas clientes", diz Ana, que vende vestido da estilista por € 300. "Já que os olhos do mundo estão voltados para a moda do Brasil, teremos de nos profissionalizar", avalia Carlos Simões, consultor e criador da ONG "Projeto de Moda". "Hoje, das mais de 7 bilhões de vestimentas produzidas aqui, apenas 8% são exportadas, mas temos chances de elevar este número nos próximos anos", conclui.
FONTE: Gazeta Mercantil

24 de jun. de 2008

COMPROVADO!!



Aquecimento global afeta comportamento do consumo

O aquecimento global e as mudanças climáticas preocupam todo o mundo e tornaram-se alguns dos temas mais importantes da atualidade e das pautas corporativas.

Para entender como essa nova realidade está afetando diretamente o comportamento do consumidor, a Havas Digital realizou um profundo estudo a fim de entender os impactos, atuais e futuros, no mundo dos negócios, causados por essa nova percepção.

A pesquisa, realizada em nove diferentes mercados - EUA, Inglaterra, Espanha, Brasil, Alemanha, China, Índia, França e México - e divulgada pela Media Contacts, explora a percepção do consumidor em três níveis: o fenômeno por si só, sua influência em setores-chave e em empresas dominantes desses setores.

Para tal, foram realizados 18 grupos de discussão dirigida e mais de 11 mil entrevistas individuais on-line nesses nove mercados, sobre 200 marcas distintas. Esses mercados representam 53% dos usuários mundiais de Internet. A pesquisa mostrou que os consumidores estão extremamente engajados com o tema das mudanças climáticas e esperam que as empresas sejam condutoras nesse caminho pela busca de uma solução.

Isso representa uma grande oportunidade. O estudo revela que 80% dos consumidores participantes preferem adquirir produtos de empresas que tentam diminuir seu impacto ambiental; que 90% estão inclinados a comprar mais produtos ecologicamente corretos nos próximos 12 meses e que 35% dessas pessoas estão dispostas a pagar mais por esses produtos.

Esses dados comprovam a vital necessidade das empresas de investirem em ações e planos de comunicação ambiental se pretendem manter sua participação no mercado. O objetivo principal da pesquisa, que era entender a visão dos consumidores sobre o impacto das mudanças climáticas, foi atingido.

Mais do que isso, o estudo possibilitou um mapeamento detalhado e significativo do comportamento do consumidor nas diferentes localidades, pois, apesar das mudanças climáticas serem um problema global, o tema é percebido pelos consumidores de uma forma local, peculiar.
fonte: Consumidor Moderno
Graças a Deus esse é um caminho sem volta!
É importantíssimo que as empresas se conscientizem desses atos agora e marquem presença por esse tipo de diferenciação, nada melhor do que agir na hora certa e esse é o momento.

26 de mar. de 2008

Reebok, da Adidas, faz joint-venture com Vulcabras

A Adidas anunciou nesta terça-feira (25/3) que aumentou sua previsão de crescimento de vendas da marca Reebok e fechou uma aliança da marca com a Vulcabras.
A join-venture deve começar a vender calçados, roupas e acessórios da Reebok no Brasil e Paraguai em abril, incentivando a Adidas a elevar sua previsão de crescimento de vendas na região de até meio ponto percentual para até um ponto percentual.
Os resultados financeiros da joint-venture serão consolidados dentro do grupo Adidas a partir de 1o de abril, informou o segundo maior grupo esportivo do mundo, acrescentando que todas as previsões de desempenho do grupo divulgadas em 5 de março continuam inalteradas.
Desde 1992, a Vulcabras vinha sendo a distribuidora exclusiva e licenciada de produtos da Reebok no Brasil e Paraguai e a fabricante brasileira continuará a fornecer produtos Reebok para a joint-venture.
"Reebok e Vulcabras também estão negociando para formar uma joint-venture na Argentina, onde uma subsidiária da Vulcabras tem sido a distribuidora exclusiva da Reebok desde 2004", informou a Adidas em comunicado.
O grupo Vulcabras tem previsão de faturamento em 2008 de 1 bilhão de dólares e se classifica como a maior fabricante de calçados e artigos esportivos da América Latina, de acordo com informações do site da companhia. Em julho do ano passado, a empresa anunciou a compra da Calçados Azaléia.
Representantes da Vulcabras não estavam imediatamente disponíveis para comentar a informação.

13 de mar. de 2008

Semana Global do Empreendedorismo

MODELO DE SUCESSO
A idéia da “Semana Global do Empreendedorismo” é uma combinação de duas iniciativas de sucesso – EntrepreneurshipWeek USA e, sua inspiração, EnterpriseWeek UK, lançada em 2004 pelo atual primeiro-ministro britânico GORDON BROWN.
As duas iniciativas juntas envolveram neste ano mais de 11.000 organizações parceiras, que planejaram mais de 8.900 atividades e envolveram mais de 1.000.000 de pessoas.
De 17 a 23 de novembro de 2008 milhões de pessoas ao redor do MUNDO se juntarão a um crescente movimento de empreendedores que geram idéias e transformam oportunidades em grandes negócios. Pela primeira vez na história mais de 50 países vão inspirar jovens a inovar, criar e fazer a diferença.
Em Novembro de 2007, representantes de 26 países se reuniram em Londres para o lançamento mundial da ‘SEMANA GLOBAL DO EMPREENDEDORISMO 2008’ .
Ao incentivarmos jovens de todo o mundo a transformarem suas idéias em realidade, estaremos criando os produtos e negócios de sucesso do amanhã”

Rt Hon Gordon Brown MP

SAIBA MAIS: http://www.tiresuasideiasdopapel.org.br/

FORUM MUNDIAL

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20 de jun. de 2007

É tudo culpa da China?

Quando falamos de negócios em moda, sempre ouço frases do tipo: É TUDO CULPA DA CHINA!

E o pior é que isso tem uma parcela de verdade. A China atrapalha bem nosso business, mas, o que quero contar aqui é que eles estão SIM interessados em mudar tudo isso.
A China, preocupada com o trabalho escravo e a exploração da mão-de-obra no país, está elaborando uma lei para por fim ao abuso.
É justamente por causa dessa exploração que produzir na China é tão barato e os produtos que vem de lá, detonam os nossos aqui!
Muitas empresas transferiram suas fábricas para a China e até agora se aproveitaram dessa exploração, sem qualquer peso na consciência.
Mas, aparentemente, as coisas vão mudar. Adoro quando as coisas dão certo! TK GOD!!!
O novo projeto propõe que o governo dê mais liberdade e poder às uniões de trabalhadores e sindicatos e veja como a culpa não é só da China, não: Reportagem do New York Times afirma que a proposta enfrenta resistência das EMPRESAS ESTRANGEIRAS, principalmente as norte-americanas.
Sim, as empresas dos Estados Unidos, justamente o país da oportunidade. Irônico, né?!
Essas empresas ameaçam deixar o país, caso a legislação entre em vigor. O correto, quando se fala em BUSINESS, é uma relação ganha-ganha, mas enquanto isso não acontece por lá, é melhor os empresários brasileiros se estruturarem e rápido, pois viradas como essa, podem mudar muitos rumos e não só os do Mundo da Moda e de Eletro-eletrônicos...
Enquanto o novo projeto não é aprovado, os chineses continuam sendo explorados e só Deus sabe até quando sua produção continuará a ser tão barata.
Se a nova legislação entrar em vigor, haverá aumento nos gastos com mão-de-obra, energia e terreno, o que pode levar o país a se tornar um muito lugar caro para se fazer negócios. Será mais difícil despedir funcionários e tão oneroso que as empresas irão preferir frear seus investimentos na China!
Kenneth Tung da Câmera Americana de Comércio na China, diz que “são dois passos pra trás depois de três pra frente”, mas o povo explorado da China não pensa assim, não! Afinal, eles são gente como a gente!
Bora lá prestar atenção no mundo, afinal são mudanças assim que geram novas oportunidades!